GEOPOLÍTICA,
ECONOMIA & NEOLIBERALISMO
OS VÁRIOS
CAVALEIROS DO APOCALIPSE NEOLIBERAL
Como a
utopia do mercado livre condena o Brasil ao papel de 'Fazendão' do mundo e por
que o programa de Flávio Bolsonaro representa o réquiem definitivo da nossa soberania.
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Autor: Prof. Daniel
Marinho | Data: outubro de 2026 | Tempo de leitura: 15 min Tema: O mito do
neoliberalismo, a precarização da economia brasileira e o plano 'Tesouraço”
de Flávio Bolsonaro. |
“O neoliberalismo não é
a ausência do Estado, mas a utilização de seu aparelho coercitivo para garantir
o império do capital contra a vida humana.”
— Eduardo Galeano, As
Veias Abertas da América Latina
I. A Grande Ilusão: O Neoliberalismo
como Religião Fundamentalista e Colonial
“Peraí” minha gente! Antes de começarmos nosso
parlatório aqui. Importante lembrar, e é para isso que existe História que, uma
das primeiras medidas nazistas foi a criação de listas de comércios de origem
judaica que deveriam ser assinalados e boicotados na Alemanha da década de 30. Bons
entendedores? E ainda tem uma conversinha que tenta convencer a todos, que é
melhor mesmo que os trabalhadores negociem com os patrões. Pois bem, calma povo
brasileiro!
Eita, e atenção! Contra todo esse movimento de
trabalhadores serem demitidos por optarem pelo lado vermelho da força, presta
atenção direitinho que a proibição de tal medida já é lei desde 1995. A Lei nº 9.029/1995, também conhecida como Lei
Antidiscriminação no Trabalho, regula em seu artigo primeiro a proibição
expressa de qualquer prática discriminatória ou limitativa no acesso ou na
manutenção da relação de trabalho fundada em opinião política, raça, cor, sexo,
religião, origem, idade ou estado civil. Sendo aos “patrões” as cabíveis
“sansões” de reintegração do emprego e ressarcimento em dobro. Eita gota que quando
avisaram isso para a galera das redes sociais, “influenciadores”, o que foi de
gente se desculpando e começando o texto com aquela frase batida: “Quem me
conhece sabe!” No final das contas é melhor nem conhecer nem saber! Custava
nada dar um google para saber se o que vai vomitar nas redes sociais é legal ou
não, nem a esse trabalho a criatura se dá. E se eu soubesse dessa lei quando
uma antiga empregadora chegou para mim, com ar moralista e disse, que eu só
estava ainda trabalhando com ela por que eu era um bom professor, mas que sabia
que eu era gay, aaaaaaaaaaaaaa se eu soubesse da lei. Pena que já prescreveu.
Vamos ao nosso texto, enfim!
Se há uma instituição que conseguiu superar a fé cega
das religiões medievais em termos de dogma impune, essa instituição atende pelo
nome de Neoliberalismo. Vendido aos incautos da Faria Lima como a 'única
alternativa racional' para a gestão do mundo pós-Guerra Fria, o evangelho do
livre mercado autorregulável tornou-se a maior fraude teórica e prática do
século XXI. A promessa sempre foi reluzente: desregulamente tudo, privatize até
o ar que se respira, destrua os direitos trabalhistas e o 'efeito gotejamento'
(o mítico trickle-down economics, ou teoria do gotejamento) fará com que a
riqueza acumulada no topo transborde milagrosamente para os pratos dos
miseráveis no fundo da pirâmide. Aos ratos as migalhas. As teorias econômicas
do tempo da ditadura no Brasil defendiam aumentar o bolo para depois repartir.
A questão subentendida e sentida sempre foi, portanto, dividir o bolo para quem
Pedro Bó?
Pois bem, meu caro leitor do Ensaios para o Apocalipse:
o bolo assou, cresceu, foi devorado pela oligarquia financeira e ao povo não
sobraram sequer as migalhas — apenas a conta do gás e a fatura do cartão a
juros de 400% ao ano. O relatório recente do World Inequality Lab (2024/2025) e
dados consolidados da Oxfam Brasil escancaram a anatomia desse abismo: no
Brasil, o 1% mais rico detém quase metade de toda a riqueza nacional (48,9%),
enquanto a metade mais pobre da população precisa se cotizar para partilhar
escassos 3% do patrimônio do país. Estamos falando, portanto, do verdadeiro
Bolsa Família, histórico, radical, excludente e cruel que nos significa
enquanto nação. Enquanto a classe média se indigna com os programas sociais
quase metade de todo o bolo das riquezas vai para a elite parasitária deste país.
ONDE ESTÁ A NOSSA INDIGNAÇÃO ENTÃO?
Mas a fraude neoliberal não é um mero erro de cálculo;
é um projeto geopolítico deliberado de dominação. E não deixa de ser também uma
ideologia. No xadrez do capitalismo globalizado, ao Brasil sempre foi reservado
um papel muito bem delimitado pelas potências centrais: o de colônia
extrativista de baixa tecnologia, o 'Fazendão do Mundo'. Modelo bem parecido
com o que era o Egito para o Império Romano – sim, gostamos de exagerar um
pouco, carregar nas tintas. A receita prescrita pelo Consenso de Washington nos
anos 1990 — e reeditada com requintes de crueldade pelas oligarquias locais —
exige a desindustrialização precoce da nossa economia. Exportamos soja in
natura, minério de ferro bruto, petróleo sem refino, além do molho, o
“brazilian way of life” claro para, em seguida, importar derivados de alto
valor agregado, chips, fertilizantes e medicamentos a preços de ouro.
Essa dinâmica não é fruto do acaso. Trata-se de um
modelo totalitário e profundamente ideológico que se recusa a produzir riqueza
real — entendida como soberania tecnológica, infraestrutura, saúde pública e
educação de excelência —, dedicando-se exclusivamente a parasitar o orçamento
público para concentrar capital nas mãos de rentistas, especuladores e
banqueiros. É dentro desse contexto de liquidação da pátria que surgiu o
programa econômico da candidatura bolsonarista à Presidência da República nas
eleições de 2026.
II. O Plano 'Tesouraço' e os Quatro
Cavaleiros do Neoliberalismo
Digamos que estivéssemos em uma distopia, e que fosse
fácil ignorar tudo o que representava o bolsonarismo no Brasil. Falando de
forma direta, se possível fosse desconsiderar xenofobia, machismo, homofobia,
anticientificismo, autoritarismo, apologia às armas, negacionismo, apologia a
ditadura, grosseria ufa, em todas as falas e etc. E digamos que fossemos nos
centrar “apenas” nas grandes incoerências do que era propagado pelo “plano de
governo econômico” do bolsonarismo para o Brasil, para o governo de 2027 à 2030
teríamos que pensar com bastante objetividade que, ao menos, a coordenadora da
área econômica da campanha foi extremamente clara. E o que foi espantoso, pois
não é comum por parte dos neoliberais declarar todas as suas pautas de forma
aberta. Vamos lembrar que tempos atrás o país caiu na armadilha da caça aos
marajás e meses depois viu toda a poupança confiscada pelo governo.
Com a ostentação típica de quem ignora a dor alheia, a
campanha bolsonarista batizou sua cartilha de governo de 'Para o Brasil Vencer
o Atraso', tendo como carro-chefe a política apelidada publicamente de
'Tesouraço'. O objetivo declarado? Um ajuste fiscal violento e a retomada
irrestrita da onda privatista. Se na literatura bíblica os quatro cavaleiros
anunciam o fim dos tempos, no cenário político brasileiro as propostas
bolsonaristas encarnaram com precisão delirante os Quatro Cavaleiros do
Apocalipse Neoliberal. A gente se deu até ao luxo de produzir uma tabela.
Estamos insuportáveis!
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Cavaleiro Neoliberal |
Diretriz do Plano Bolsonarista |
Impacto Concreto no País |
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1. A Fome (Austeridade Canibal) |
O 'Tesouraço' de mais
ou menos R$ 300 bilhões (1,5% do PIB), desvinculação de Saúde/Educação e
congelamento do mínimo. |
Recessão profunda,
destruição do SUS, sucateamento de universidades e colapso do poder de
compra. |
|
2. A Peste (Precarização &
6x1) |
Defesa da escala
exaustiva 6x1, 'pejotização' irrestrita e ataque à representação sindical. |
Escravidão
algorítmica, epidemia de burnout, informalidade sem proteção social e adoecimento
da classe trabalhadora. |
|
3. A Guerra (Expropriação do
Patrimônio) |
Privatização total de
estatais estratégicas (Petrobras, Caixa, Eletrobrás) e abertura irrestrita ao
capital estrangeiro. |
Perda da soberania
energética, apagões frequentes, disparada de tarifas e reprimarização como
'Fazendão'. E olhe que ainda nem falamos das Terras Raras. |
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4. A Morte (O Estado Repressivo) |
Corte de 10
ministérios, troca de servidores por IA e redução da maioridade penal para 14
anos. |
Estado Mínimo para os
direitos humanos e Estado Máximo penal para encarcerar a miséria gerada pelo
próprio ajuste. |
1. O
Cavaleiro da Fome: Austeridade Canibal e o 'Tesouraço' de R$ 300 Bilhões
O primeiro cavaleiro atende pelo dogma do equilíbrio
fiscal a qualquer custo humano. Coordenado pela economista Daniella Marques, o
plano do clã Bolsonaro propunha um corte imediato de R$ 300 bilhões nas
despesas públicas federais — o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto
(PIB). Sob a desculpa de conter a dívida pública, a cartilha prevê a
desvinculação constitucional dos gastos com Saúde e Educação da inflação, além
da desindexação das aposentadorias e do Salário Mínimo.
Trata-se de uma verdadeira guilhotina orçamentária.
Conforme alerta a economista Denise Gentil, professora do Instituto de Economia
da UFRJ, a lógica de promover um garrote fiscal dessa magnitude ignora a
dinâmica elementar do multiplicador dos gastos públicos: ao retirar R$ 300
bilhões do orçamento do Estado, retira-se entre R$ 450 bilhões e R$ 500 bilhões
de demanda agregada da economia brasileira. O resultado direto não é o
crescimento prometido de 4%, mas a imediata recessão econômica, a queda da
arrecadação e o estrangulamento do consumo das famílias. Se o salário mínimo
não aumentar de valor, o poder de compra das famílias cai.
Em termos práticos, desvincular o piso da Saúde e da
Educação significa inviabilizar o atendimento do SUS, paralisar cirurgias
eletivas, cortar compras de medicamentos de alto custo e sucatear as
Universidades Federais. É a gestão da escassez fabricada para garantir que o
bolo do orçamento continue alimentando o pagamento dos juros da dívida pública
aos detentores de títulos dos menininhos de sapatênis da Faria Lima. Incrível
que mesmo ricos são possuidores de um mal gosto constrangedor.
2. O
Cavaleiro da Peste: Precarização, Escravidão Algorítmica e a Escala 6x1
O segundo cavaleiro cavalga sobre o lombo da classe
trabalhadora brasileira, fantasiando a miséria com o figurino do “empreendedorismo
de si mesmo” – a uberização da nossa economia, não se preocupem, pois, ainda
babaremos de raiva sobre a economia da uberização que está destruindo a nossa
juventude. Temos um medo imenso por eles, dificilmente se aposentarão. Mas
sigamos, pois o programa econômico do bolsonarismo reitera a oposição ferrenha
a qualquer avanço nos direitos do trabalho, posicionando-se de forma explícita
contra o fim da exaustiva escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de
descanso).
Enquanto países desenvolvidos discutem a redução da
jornada sem diminuição salarial e a semana de quatro dias para aumentar a
produtividade e a saúde mental, o neoliberalismo bolsonarista insiste em
defender o esgotamento físico da juventude periférica. A apologia à
'pejotização' e ao trabalho por aplicativos — a chamada uberização, outra vez
ela — é vendida como “liberdade para empreender”. No entanto, dados da PNAD
Contínua do IBGE demonstram a realidade nua e crua: a informalidade já atinge
mais de 38% da população ocupada (cerca de 39 milhões de brasileiros),
submetida a jornadas de 12 horas diárias sem férias, sem 13º salário, sem
descanso semanal remunerado e sem cobertura do INSS em caso de acidente de
trabalho, afora como já falamos da desesperança de uma seguridade social.
A peste neoliberal adoece o corpo social. Ela
substitui a solidariedade de classe pelo isolamento competitivo, onde o
trabalhador acorda às 5h da manhã para pedalar ou dirigir sob o ditame de um
algoritmo opaco, acreditando na miragem meritocrática de que seu fracasso
financeiro é culpa de sua própria falta de “mindset” e olhe que até em igrejas
essa apologia é desvendada e incensada de forma perversa.
3. O
Cavaleiro da Guerra: O 'Fazendão' Extrativista e a Entrega da Soberania
O terceiro cavaleiro traz no alforje o martelo dos
leilões de privatização. Chamado no plano de governo de “retomada das
desestatizações”, a proposta do Bolsonarismo mirava à entrega do que resta do
patrimônio público nacional: a Petrobras, a Caixa Econômica Federal, o Banco do
Brasil e o setor elétrico residual.
A experiência trágica da privatização da Eletrobrás
serve como aviso pedagógico de onde essa política nos conduz. A promessa de
redução nas tarifas de energia transformou-se em aumentos reais acima da
inflação e no colapso na qualidade do serviço — culminando em apagões
recorrentes nas maiores metrópoles do país, como São Paulo. Vender empresas
estratégicas de energia e combustível significa entregar o controle sobre os
custos de produção da indústria e o preço dos alimentos ao apetite voraz de
fundos de investimento estrangeiros. É entregar o patrimônio nacional para a
iniciativa privada.
Ao mesmo tempo, essa política consolida o Brasil na
divisão internacional do trabalho como um mero 'Fazendão' agroexportador.
Enquanto o agronegócio de monocultura desfruta de isenções fiscais bilionárias
garantidas pela Lei Kandir e do crédito subsidiado do Plano Safra, a mesa do
trabalhador brasileiro sofre com a inflação dos alimentos básicos (arroz,
feijão, leite e carne) precificados em dólar para abastecer o mercado externo.
4. O
Cavaleiro da Morte: O Estado Penal e a Encarceramento da Miséria
Aqui desnudamos a maior mentira do catecismo
neoliberal: o mito do “Estado Mínimo”. O neoliberalismo jamais propôs a redução
do Estado; ele propõe a transferência de suas funções. O Estado deve ser Mínimo
para a saúde, para a educação, para a ciência e para o bem-estar social, mas
deve ser Máximo, hipertrofiado e implacável no uso de seu aparelho policial e
penal.
O programa do PL explicita essa simbiose ao propor a
redução de pelo menos 10 ministérios, o corte de cargos públicos e a “substituição
de servidores por inteligência artificial”, ao mesmo tempo em que defende o
endurecimento penal, a redução da maioridade penal para 14 anos e o
encarceramento em massa. Como conter a revolta social, a fome e o desespero
gerados por um “Tesouraço” de R$ 300 bilhões? A resposta do candidato é a
militarização da vida, a repressão nas periferias e o inchaço do sistema
prisional.
É a engenharia perfeita da morte: corta-se a
assistência social, o emprego formal e a escola pública de qualidade, e
entrega-se em substituição a viatura policial, o presídio e o cacetete. É o
autoritarismo como fiador indispensável do ajuste fiscal. Estado mínimo para os
programas sociais e atividades do próprio estado e Estado Máximo para a
iniciativa estrangeira, privada e especulativa.
III. Réquiem
para uma Nação ou a Reconstrução da Soberania?
A análise detalhada das propostas econômicas e sociais
de Flávio Bolsonaro revelou que o verdadeiro perigo que ronda o Brasil não é a
ameaça fantasma do “comunismo”, mas sim a conclusão da obra da dependência
colonial sob a roupagem da modernidade digital. Ainda bem que provisoriamente
ganhamos!
Um país com as dimensões territoriais, a riqueza
mineral, a biodiversidade e a população do Brasil, não pode se resignar ao
papel de colônia primário-exportadora gerida por um Estado policial a serviço
da Faria Lima. O neoliberalismo em sua versão bolsonarista não oferece um
projeto de nação; oferece um plano de liquidação judicial de bens.
Como defensores de um pensamento crítico, profético e
sem ilusões, cabe ao Ensaios para o Apocalipse denunciar as engrenagens dessa
máquina de moer gente. A alternativa ao colapso não virá da aceitação passiva
dos mantras do mercado livre, mas da coragem de reatar com o investimento
público soberano, com a reindustrialização sustentável, com a garantia
irrestrita dos direitos do trabalho e com a reconstrução da dignidade humana.
Antes que a última trombeta soe, é preciso ter a audácia de desarmar os
cavaleiros do atraso. E sim, esse texto foi escrito após a vitória de Lula, mas
foi posto no tempo presente, pois somos conscientes de que mesmo enfraquecida a
cadela do fascismo sempre nos rodeia. E é importante demais que a nossa
juventude sempre aprenda com a nossa diva Maria da Conceição Tavares.
“Só faz de conta que a política não interessa… quem manda, meu bem”
IV. Fontes,
Dados e Referências Jornalísticas
Para garantir a máxima transparência e o rigor factual
exigido pelo nosso blog, consolidamos abaixo as principais fontes, estudos
econômicos e reportagens consultadas para a elaboração deste ensaio, por que um
Apocalipse que se preze tem que ser bem visto aos olhos de todos:
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Fonte / Veículo |
Tema / Dado Pesquisado |
Link / Referência de Acesso |
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TSE / Campanha 2026 |
Plano de Governo 'Para o Brasil Vencer o Atraso' (Flávio Bolsonaro) |
tse.jus.br /
flaviobolsonaro.com.br/plano-de-governo |
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Forbes Brasil |
Análise do 'Tesouraço' e propostas fiscais da candidatura do PL |
forbes.com.br/forbes-money/2026/10/tesouraco-flavio-bolsonaro |
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Brasil de Fato /
Unicamp |
Entrevista com Profª Marilane Teixeira sobre desvinculação de
Saúde/Educação |
brasildefato.com.br/2026/10/09/plano-economico-flavio-bolsonaro |
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SP Bancários / UFRJ |
Alerta da economista Denise Gentil sobre o impacto de R$ 300 bilhões
em cortes |
spbancarios.com.br/10/2026/economista-ufrj-alerta-plano-flavio |
|
Agência Brasil (EBC) |
Detalhamento das medidas de enxugamento do Estado e endurecimento
penal |
agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/flavio-bolsonaro |
|
Oxfam Brasil / WID |
Relatório de Desigualdade Global (1% mais rico e concentração de renda
no Brasil) |
oxfam.org.br /
wir2024.wid.world |
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Uma humilde trombeta do Apocalipse Prof. Daniel
Marinho Ensaios para o
Apocalipse | Editorial #02 |